
Fui informada que iria para um orfanato temporáriamente, não me perguntaram o que iria fazer com o Spot mas ao questionar-lhes se o podia levar responderam-me que não friamente. Comecei a soluçar ao pensar no facto de ir ficar sozinha, não queria ir para um orfanato, nem sequer temporariamente porque EU TINHA PAIS!
Quando dei por mim estava numa casa velha rodeada de rapazes e raparigas desconhecidos que conversavam entre si e uma dor enorme consumia a minha energia dando-me vontade de chorar. Serrei os máxilares para conter as lágrimas. Depois de me mostrarem a casa deitei-me na minha cama a pensar, lembrei-me de espreitar pela janela e vi o Spot a ganir ao portão com um olhar triste, a dor aumentou e tive vontade de ir a correr ter com ele. Infelizmente só podiamos ir à rua entre as 3 e as 5 da tarde, o resto do tempo tinhamos que estar dentro de casa a estudar, a descançar ou a fazer tarefas.
Ouvi chamarem para jantar.
Assim se foram passando os dias ... das 3 às 5 ficava com o Spot na rua, mesmo que chovesse, levava-lhe comida e cuidava dele. Passado uma semana oele começou a ficar doente. No orfanato não me deixaram levá-lo ao veternário. De dia para dia via-o ficar pior, não podia deixá-lo morrer, não podia.
Tinha que fugir dali!
Quando dei por mim estava numa casa velha rodeada de rapazes e raparigas desconhecidos que conversavam entre si e uma dor enorme consumia a minha energia dando-me vontade de chorar. Serrei os máxilares para conter as lágrimas. Depois de me mostrarem a casa deitei-me na minha cama a pensar, lembrei-me de espreitar pela janela e vi o Spot a ganir ao portão com um olhar triste, a dor aumentou e tive vontade de ir a correr ter com ele. Infelizmente só podiamos ir à rua entre as 3 e as 5 da tarde, o resto do tempo tinhamos que estar dentro de casa a estudar, a descançar ou a fazer tarefas.
Ouvi chamarem para jantar.
Assim se foram passando os dias ... das 3 às 5 ficava com o Spot na rua, mesmo que chovesse, levava-lhe comida e cuidava dele. Passado uma semana oele começou a ficar doente. No orfanato não me deixaram levá-lo ao veternário. De dia para dia via-o ficar pior, não podia deixá-lo morrer, não podia.
Tinha que fugir dali!
Ana Brás 10.12.2010
adoro (: quero uma 4ª parte :D
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